Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

Insónias


Quando uma pessoa tem insónias pode fazer uma das seguintes coisas:
- ficar ali a tentar adormecer
- levantar e ir ler, para aproveitar o tempo
- levantar e ir ver um filme, também para aproveitar o tempo
- levantar e ir à net, igualmente para aproveitar o tempo.

Eu aconselho a não ir à net. Já fiz isso várias vezes e já me arrependi. É que na altura a pessoa pensa que está muito acordada e afinal não está. Então chega a enviar convites de amizade ou pedidos para adicionar no chat do gmail a pessoas que, se estivesse verdadeiramente acordada e consciente das suas acções, não o faria. Ou vai ler blogs e comenta coisas relativamente ridículas, quando comparado com o que a pessoa faria se fosse de dia.
Acho que o melhor é a ficar pelo livro ou pelo filme.

Domingo, 26 de Fevereiro de 2012

Marcações


Eu ia ter um casamento no dia seguinte, que era feriado. Como nesse dia os cabeleireiros iriam estar fechados, fui ao meu cabeleireiro habitual, com semanas de antecedência, tentar marcar para as 18h do dia anterior ao casamento, tendo de estar pronta às 19h. Garantiram-me que sim, que estava ainda tudo livre e eu fui embora descansada. Caso já estivessem ocupados, eu iria marcar noutro cabeleireiro.
No dia marcado, cheguei pontualmente às 18h e uma das empregadas sugeriu eu ir dar uma volta e lanchar porque aquilo estava muito demorado. Eu disse que não, que não ia, que tinha vindo marcar com muito tempo de antecedência porque precisava mesmo de ser atendida às 18h, até porque já tinha de estar noutro lado às 19h. Ela mandou-me sentar e, uns minutos depois, fui atendida. Eu sei que me pôs a passar à frente de outras pessoas. Não é correcto. E se eu não precisasse mesmo de ser atendida, teria ido dar uma volta como ela sugeriu. Mas eu TINHA mesmo de ser atendida a essa hora.

De uma outra vez, fui ao cabeleireiro da minha mãe. Só lá fui uma vez e jurei para mim mesma que não voltava lá. Marquei para um dia de semana à hora do almoço. Cheguei pontualmente à minha hora marcada e fiquei à espera. "Está um bocadinho atrasado. Não se importa de esperar?", perguntaram-me. E eu esperei um bocadinho. Passados 40 minutos, já estava eu fartinha de estar ali e arrependida de ter marcado naquele cabeleireiro, fui finalmente atendida. Claro que nesse dia já não almocei, obviamente. Não tive tempo. Troquei uma refeição por uma seca no cabeleireiro. E não voltei mais àquele sítio. Se eu marquei para aquela hora, era porque eu precisava de ser atendida àquela hora. Uma coisa é haver um atraso de uns minutinhos, perfeitamente compreensível. Outra coisa é esperar 40 minutos.

Mas ainda há outra história a contar. A minha mãe marcou no outro sábado para as 16h30. E foi atendida lá para as 19h30. Digam lá se não é de doidos isso? Eles marcam pessoas e pessoas, aceitam toda a gente, mesmo sabendo que vão deixar as pessoas sentadas à espera.

Eu não tenho paciência para isso. Eu quase nunca vou a cabeleireiros, mas se marco àquela hora, é porque preciso de ser atendida a essa hora. Recuso-me a ficar 3h à espera da minha vez. A minha mãe diz que eu sempre fui muito de reclamar, mas não se trata disso. As marcações existem para alguma coisa, senão tirava-se a senha e ficava-se à espera da sua vez. Não tenho paciência para maus serviços.

Sábado, 25 de Fevereiro de 2012

Não se pode hesitar para fazer boas acções

Eu ia pôr gasolina. O carro que estava à minha frente ia arrancar com o cenas da gasolina aberto. Fui logo dizer ao condutor, que ia com aquilo aberto. Ele agradeceu-me e eu fiquei feliz por ter feito uma boa acção. :)

E depois pensei: "se eu tivesse hesitado, se não tivesse ido logo dizer ao senhor, o mais certo era ele ir embora e eu não dizer nada".

E lembrei-me daquela vez, há vários anos atrás (cheguei a escrever sobre isso aqui no blog) em que um senhor estava a sair do metro e deixou cair a carteira dele. E não reparou. E eu hesitei se me haveria de levantar para lhe levar aquilo. E como hesitei, acabei por não levar. E outro senhor pegou na carteira e disse que depois ia entregar. E eu acho que não ia nada entregar. E fiquei arrependida de não me ter levantado logo.

Por isso é que penso que, para fazer boas acções, não se pode pensar, mas tem de se fazer logo. E depois penso que, para fazer más acções, é igual. Tipo, se um ladrão vê ali uma carteira a chamar por ele, se fica a pensar "roubou ou não roubo?", acaba por não roubar e perdeu a oportunidade.

Já agora, comentando a reportagem que deu ontem na televisão sobre os correios da droga, eu nunca seria correio da droga por dois motivos. O principal motivo é que eu estou muito mais do lado dos "bons", dos polícias, do que dos "maus", dos consumidores. O segundo motivo é porque eu iria ficar toda nervosa e, quando me fossem revistar, eu iria dizer logo que tinha droga ali. :p

Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

Dica que funcionou



Li uma vez uma dica para tirar manchas das golas das camisas e camisolas. Quer dizer, não eram manchas, mas tirar o aspecto de quando está gasto. Depois, uma costureira deu-me essa mesma sugestão. A sugestão é: esfregar nas golas (onde estiver com aspecto gasto) com detergente da loiça.

Confesso que quando experimentei, ia com um bocado de receio. Mas pensei que o pior que podia acontecer, era a camisa ficar estragada. E, como já a tenho há muitos anos, pronto, paciência, seria o seu fim. Mas afinal resultou e ficou com aspecto de nova. :)

Depois experimentei com uma camisola de gola alta e que também tinha o aspecto de gasto. E ficou super bem! Fiquei surpreendida! Por isso, estou aqui a recomendar. :p

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

Estudo - Deixaria as suas passwords depois de morrer?


Queria comentar o estudo (já de há alguns meses) sobre se as pessoas deixariam ou não as suas passwords depois de morrerem. Eu, inicialmente, pensei que sim, que eu deixaria. Aliás, já cheguei a escrever as minhas passwords num determinado sítio e disse à minha irmã que, depois de morrer, ela podia ir buscar aquilo ali. Mas já foi há muitos anos. Actualmente aquilo está montes de desactualizado.
Mas agora sou capaz de achar que não, que não diria as minhas passwords porque a pessoa não vai fazer nada com aquilo. É como os diários. Para que é que outra pessoa quer os meus diários? Ou as minhas agendas? Ou os meus caderninhos em que guardo coisas importantes? Essas coisas são importantes para mim. Para os outros, isso não serve para nada. Às vezes as pessoas guardam toneladas de papéis que, depois de morrerem, deixam de ter utilidade. Por exemplo, os meus cadernos da escola. Para que é que isso serve? Serve para mim e mais nada.

Sinto-me a desviar-me do assunto.

Mas a conclusão é que eu acho que não deixaria as minhas passwords porque não serviria para nada.

Em baixo coloco o texto sobre esse estudo:

"Eu tenho senhas bem seguras, tanto para deixar possíveis hackers maliciosos bem longe dos meus dados, como para evitar que minha família e amigos descubram segredos da minha vida. Mas de acordo com um estudo, 11% dos britânicos planejam deixar as senhas deles no testamento.
Isso faz algum sentido, na verdade: em comunidades online onde você geralmente não usa seu nome real, pode ser legal que alguém entre e avise seus conhecidos virtuais do que aconteceu. E também há a questão de propriedade: com mais e mais dos seu pertences sendo armazenados na nuvem ou em serviços específicos, deixar o acesso, por exemplo, a seu iTunes para outras pessoas é bem compreensível. Isso vale ainda mais para seu computador e discos rígidos, que provavelmente têm arquivos como vídeos, músicas e fotos que você iria querer passar adiante.
Claro, isso não aborda o que você fará quanto a todos aqueles seus e-mails escandalosos, pilhas quilométricas de pornografia, e certas fotos e vídeos seus que a humanidade não deveria ver. E aí pessoal, vocês vão deixar sua senha para sua família e amigos?"

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Imagens - Now and then


Já ando para escrever sobre isto há praí um ano. É sobre as imagens que coloco aqui em baixo.








Uma vez, o meu pai encontrou um antigo colega dele da escola e esteve a falar com ele. No fim, comentou connosco que achava que o colega dele estava com um aspecto muito velho. E que depois pensou: "bem, se calhar ele também acha isso de mim".
Nos sonhos do meu pai, ele tem sempre 20 anos. E sente-se sempre novo, excepto porque às vezes está mais cansado do que costumava estar. Só que depois vê-se ao espelho, e percebe que afinal já não tem 20 anos. Acho isso triste. :(
Eu acho que já contei isto aqui, mas fui pesquisar no blog e não encontrei, e por isso escrevi novamente.
Pronto, ao ver estas imagens, é disso que me lembro. :(

Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

Receber pessoas em Moçambique


Achei piada a este início de texto:

"Em Moçambique, quando se recebe uma visita em casa é falta de educação perguntar se ela quer comer alguma coisa, se ela quer tomar algo. Perguntar a uma visita se quer comida é receber a visita como se fora um mendigo esfomeado. Receber bem é acolher a pessoa, sentá-la e depois ir cozinhar, colher ou comprar comida para lha colocar à frente."

(retirado daqui)

Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

Os carros que impedem as entradas

Vou dizer mais uma coisa que me irrita. E mais uma coisa que tem a ver com a condução de um carro. E tem mais um esquema. :)

Então vou explicar o esquema. Há três faixas. Os carros que estão na faixa mais à direita são aqueles que vão sair na saída seguinte. Mas a saída seguinte, não é já a seguir: ainda falta um bocado. Mas eles querem já estar preparados para sair. Acho isso muito bem, excepto em casos como o que acontece na figura: tem uma entrada e há imensos carros para entrar. Mas ninguém consegue entrar porque estão imensos carros encostados à direita. E assim nem andam eles, porque são muitos, nem ninguém consegue entrar. Quando há muito trânsito e estão as faixas todas ocupadas, até se entende. Mas às vezes as outras duas faixas estão às moscas e eles vão ali todos coladinhos à direita. Porque é que não deixam passar essa entrada e depois encostam-se à direita? Acho que já basta quando a saída é logo a seguir. Nos casos em que ainda falta bastante para a saída seguinte, não se compreende.

Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

Agora

Irrita-me o hábito de algumas pessoas de dizer "agora" no início da maioria das frases. É que chega a ser verdadeiramente irritante. E às vezes é completamente ilógico. Do género: "Agora, ela disse-me ontem que...". Agora ela disse-me ontem?? Isso é frase?

Havia uma vez um padre que tinha o hábito de dizer "de facto" constantemente. Um amigo meu chegou a contar o número de "de factos" que ele dizia numa homilía. E eram praí 14 vezes. Em 10 minutos dizer 14 vezes "de facto", ainda é bastante. Chegava a dizer "de facto" duas vezes na mesma frase. :p Estar atenta a esse tipo de coisas é excelente para estarmos completamente atentos ao que dizem e não nos desviarmos da conversa.

Mas contei o número de "agoras" que determinada pessoa disse no outro dia ao telefone, e em 10 minutos disse muitos mais "agoras" do que o padre dizia "de factos". Disse mais de 30 "agoras".

Mas é de mim, ou esse hábito é bastante recente? Acho que há uns anos não ouvia tanta gente a dizer "agoras". O que se ouvia muito era o "então é assim". Mas acho que esse hábito já se foi perdendo.

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Falar mal dos outros


Conversa ouvida no outro dia entre uma educadora e uma auxiliar:

Auxiliar dirigindo-se para uma menina - Ontem a tua mãe veio buscar-te e estava toda jeitosa. Onde ia?
A menina não respondeu logo.
Auxiliar explica à educadora - Havia de ter visto a mãe dela: ontem estava toda produzida.
A auxiliar volta a perguntar à menina onde tinha ido.
Menina - Fomos ao cabeleireiro.
Auxiliar - Aaah, por isso é que estás com o cabelo lavado! Tens de pedir à tua mãe para ires ao cabeleireiro mais vezes porque andas sempre com ele todo sujo.

A conversa continuou.

A educadora pergunta à auxiliar - O P. está a faltar. Estará doente?
Auxiliar - Sim. Doente da garganta.
Educadora - E olha que é bem feita. A mãe não lhe veste casacos em condições, com este frio que está.

A educadora depois comenta com outra menina - E tu vens com esse casaquinho de ganga? A tua mãe não te sabe vestir casacos em condições? Ainda estiveste doente na semana passada, parece que é para ficares doente de novo.

Ora bem, eu vou tentar não fazer comentários sobre este tipo de conversas. Acho uma vergonha profissionais de educação falarem assim dos miúdos e dos pais. E depois, pela frente, aos pais, são todas "risinhos" e "simpatias". Acho vergonhoso! E o pior é que este não é um caso isolado, não foi só com esta educadora nem com esta auxiliar. Se eu quiser começar a reescrever este tipo de conversas, tenho novos posts sobre este tema praticamente todos os dias. E infelizmente não estou a exagerar.
Também sei que há bons educadores e bons auxiliares, mas dá para contar com os dedos de uma mão aqueles que conheço que não fazem este tipo de comentários.

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Os agricultores


Tenho imensa pena dos agricultores. A sério! Como é que alguém há-de querer essa vida? É uma vida quase sem férias nem fins de semana. É cansativa e ganha-se pouco. E ainda por cima, estão completamente dependentes do clima: se chove, se há seca, se há geada.

A experiência que tenho da agricultura é de quando vou para a aldeia do meu avô. Há lá imensa gente que vive disso e ouve-se falar dos problemas relacionados. Aliás, nós, de certa forma, também tiramos alguns (poucos) rendimentos disso. Não estamos lá a tratar do que temos, mas tiramos proveito do que a terra dá.

Por exemplo, a castanha é uma das principais fontes de rendimento de lá da zona. Há dois anos, os agricultores queixavam-se que era vendida a €1 por kg, o que era muito pouco, quase nem dava para pagar o trabalho que se tinha. Se não me engano, no ano seguinte queixavam-se que nem a €1 era vendida. Este ano que passou, foi ainda pior: houve aquela caloraça no mês de outubro e a castanha estava a cair mais cedo, vinha pequenina e era preciso ir todos os dias apanhar as castanhas que tinham caído porque senão estragavam-se. Eu cheguei a ir um fim de semana apanhar as castanhas.

Mas também é mau quando chove imenso. Estraga as colheitas todas. Mas é preciso que chova, claro. Por exemplo, agora que está há quase 1 mês sem chover, nem quero imaginar a aflição de muitos agricultores porque é suposto que em janeiro e em fevereiro chover.

E quando está tudo a correr bem, já é março ou abril, e de repente vem uma geada e queima tudo? Já nos aconteceu. Lá se vai plantações e colheitas todas ao ar e não valeu de nada tanto trabalho.

Por tudo isso é que eu acho que devia haver mais ajudas e incentivos à agricultura. Eu não percebo nada de política, mas acho que iria ajudar Portugal a crescer.

Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

O sonho com a minha sobrinha


Numa destas noites, sonhei pela primeira vez com a minha sobrinha que vai nascer dentro de 1 mês e meio.

O sonho foi: eu tinha ido ao hospital visitar a minha irmã e tinha visto a menina e ela era perfeitinha e saudável e eu estava aliviada.

Depois, passado um bocado do sonho, a menina já tinha praí 1 ano e meio e era a cara chapada da minha irmã, as mesmas expressões e tudo.

E pronto, não me lembro de mais nada do sonho. Sei que tinha mais coisas, mas não me lembro.

Domingo, 12 de Fevereiro de 2012

Cada um pagar o seu


Oh, e voltaram a pagar-me as coisas. Detesto ir ao café e que me paguem o que consumi e que digam que para a próxima pago eu. Detesto!

Eu sei que já disse isto aqui no blog e estou a tornar-me repetitiva, mas é que eu detesto, detesto, detesto!

Porque é que não pode cada um pagar o seu?

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Não acreditar em Deus


Ah e tal, ela estava a queixar-se que há pessoas que lhe continuam a mandar daqueles e-mails de religião e Jesus e Deus e essas coisas todas e que ela estava farta disso. E que não percebia a insistência das pessoas, porque não era por lhe mandarem esses mails que ela ia passar a acreditar em Deus.

Ela vive com o namorado e teve um filho há uns meses. E adivinhem: ela tem casamento marcado pela Igreja, para o dia em que vai baptizar o filho.

Aaaah, eu fico doida com este tipo de situações! Porque é que as pessoas não são coerentes? Eu não tenho nada com isto, claro, nem sou melhor que ninguém, mas eu preferia que houvesse um número miserável de casamentos pela Igreja e de baptizados (e já agora de pessoas que fazem o Crisma), mas que fossem de pessoas que realmente quisessem aquilo, do que pessoas como o caso desta rapariga.

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

Desemprego de universitários


Ela está no 12.º ano e quer tirar o mesmo curso que eu tirei. Quer dizer, agora com Bolonha os cursos mudaram um bocado e por isso já não será exactamente o mesmo, mas seria semelhante. E perguntou o que eu achava. Disse-lhe que não lhe queria assustar, mas que hoje em dia está muito mau de arranjar emprego, que as pessoas acabam por se sujeitar a quase qualquer coisa, e que tenho colegas que tinham emprego e que, de momento, ainda não arranjaram. Acrescentei que tenho outras colegas que tiraram comigo o curso mas que estão a trabalhar em coisas que não têm nada a ver, tipo em lojas, secretarias de hospitais ou em contabilidade.

E ela acrescentou: "pois, eu entendo, mas é que eu não me imagino a fazer outra coisa".

Infelizmente, hoje em dia está difícil de arranjar emprego para pessoas que tiraram quase todos os cursos, excepto medicina. De resto, parte muito da sorte, cunhas ou de sermos realmente bons no que fazemos. E, por isso, não há um curso que eu lhe possa recomendar como sendo o melhor. Mesmo assim, acho que ela podia (e não é só ela, mas todas as pessoas que pretendem seguir o ensino superior) procurar melhor.

Por exemplo, conheço uma rapariga que o que gostava mesmo era de História. Mas como havia muito desemprego em História, pôs logo essa hipótese de lado. Entrou noutro curso, fez o 1.º ano da universidade e depois mudou para outro que também gostava, e que percebeu que tinha mais saída.

Também conheço outra rapariga que entrou em Enfermagem, mas depois mudou para outro curso quando percebeu que havia mesmo muito desemprego em Enfermagem.

Acho que às vezes é uma questão de procurar melhor. Eu, se não tivesse tirado estes cursos, provavelmente haveria outros que eu não me importaria de tirar. Não sou assim tão esquisita e acho que me adapto bem.

E é errado sabermos que há muito desemprego nessa área, mas que connosco será diferente.